
(Earth Observatory / Cienctec) Pequenas partículas sólidas e líquidas – algumas visíveis, outras não – podem ser encontradas no ar em qualquer lugar do planeta em qualquer época do ano. A quantidade de partículas, conhecida pelos cientistas como aerossóis, flutuam naturalmente de acordo com a estação do ano e com os eventos naturais, bem como sofrem influência da atividade humana. Tempestades de poeira, erupções vulcânicas, incêndios, jato de sal dos oceanos causados pelo vento, são as maneira mais comuns e abundantes de se produzir aerossóis. Os humanos os geram também, queimando combustíveis fósseis, através dos processo de manufaturas, churrasco, aquecimento e queimadas para plantio.
Esse mapa, mostra a distribuição global de aerossóis em Agosto de 2010 e a proporção desses aerossóis que são maiores ou menores. Áreas em amarelo são predominadas por partículas mais grossas, como poeira e sal do mar, enquanto que as áreas em vermelho são constituídas de aerossóis mais finos como fumaça e poluição. As áreas em cinza indicam regiões sem dados. Quanto mais brilhante ou intensa a cor indica a maior concentração de aerossóis.
O mapa foi compilado a partir de dados registrados pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradimeter (MODIS) que viaja a bordo dos satélites Aqua e Terra da NASA.
Bandas amarelas – partículas mais grossas – são vistas ao redor do Oriente Médio, Norte da África, e oeste da América do Norte, provavelmente indicando tempestades de poeira e areia pelo fato do hemisfério norte ter apresentado um ano muito seco. As áreas brilhantes em vermelho na Rússia e na América do Sul revelam os intensos incêndios e algumas queimadas para o cultivo que coincide com o verão quente e seco nessas regiões. O pedaço vermelho no oeste do Canadá existe ali devido aos incêndios de verão, enquanto que na China seja uma combinação de incêndio, poeira e poluição. Não está claro para os pesquisadores o que acontece no norte da África.
De todas as partículas com as quais convivemos no dia a dia, as mais perigosas são as menores. Partículas aerossóis menores que 2.5 micrômetros trazem grande risco a saúde humana, pois elas são pequenas o suficiente para serem respiradas e em alguns casos até podem entrar na corrente sanguínea. Essas finas partículas, trinta vezes menores do que a largura de um fio de cabelo humano, são também as maiores causadoras de uma visibilidade prejudicada.
Esse mapa, mostra a distribuição global de aerossóis em Agosto de 2010 e a proporção desses aerossóis que são maiores ou menores. Áreas em amarelo são predominadas por partículas mais grossas, como poeira e sal do mar, enquanto que as áreas em vermelho são constituídas de aerossóis mais finos como fumaça e poluição. As áreas em cinza indicam regiões sem dados. Quanto mais brilhante ou intensa a cor indica a maior concentração de aerossóis.
O mapa foi compilado a partir de dados registrados pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradimeter (MODIS) que viaja a bordo dos satélites Aqua e Terra da NASA.
Bandas amarelas – partículas mais grossas – são vistas ao redor do Oriente Médio, Norte da África, e oeste da América do Norte, provavelmente indicando tempestades de poeira e areia pelo fato do hemisfério norte ter apresentado um ano muito seco. As áreas brilhantes em vermelho na Rússia e na América do Sul revelam os intensos incêndios e algumas queimadas para o cultivo que coincide com o verão quente e seco nessas regiões. O pedaço vermelho no oeste do Canadá existe ali devido aos incêndios de verão, enquanto que na China seja uma combinação de incêndio, poeira e poluição. Não está claro para os pesquisadores o que acontece no norte da África.
De todas as partículas com as quais convivemos no dia a dia, as mais perigosas são as menores. Partículas aerossóis menores que 2.5 micrômetros trazem grande risco a saúde humana, pois elas são pequenas o suficiente para serem respiradas e em alguns casos até podem entrar na corrente sanguínea. Essas finas partículas, trinta vezes menores do que a largura de um fio de cabelo humano, são também as maiores causadoras de uma visibilidade prejudicada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário