Pesquisadores encontraram altas concentrações de cádmio e arsênio
(Agência Estado / Veja) Cientistas da Universidade de Southern Maine, nos Estados Unidos, descobriram níveis tóxicos de metais pesados em locais remotos do Monte Everest. De acordo com os especialistas da instituição, as leituras indicam que a poluição industrial pode se mover por longas distâncias.
Amostras de neve coletadas entre 5,3 mil e 7,7 mil metros de altura continham níveis de cádmio e arsênio que ultrapassam os padrões de segurança dos EUA.
Segundo os pesquisadores que conduziram os estudos, todas as amostras de solo possuíam altos níveis de cádmio, e na neve colhida no topo do monte as concentrações foram ainda maiores. Samantha Langley-Turnbaugh, uma das pesquisadoras, diz que a poluição deve ser oriunda de áreas industriais da Ásia.
A descoberta preocupa os especialistas porque muitos montanhistas que escalam a montanha bebem neve derretida.
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